Jornal 168

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  • 28 de fevereiro de 2011NOROESTENOTCIAS - Um novo jeito de fazer jornal 28 de fevereiro de 2011 NOROESTENOTCIAS - Um novo jeito de fazer jornal

    NOROESTENOTCIAS

    CIRCULAO:Itaocara, Aperib, Pdua,

    Cambuci, So Sebastio do Alto, Macuco, So Fidlis,

    Cordeiro, Miracema, Itaperuna, Laje do

    Muria, So Jos de Ub, Porcincula e Natividade

    Ano XVII N 168 28 de fevereiro de 2011 R$ 0,50

    17 Anos

    Pgina 20

    CDIGO TRIBUTRIO:Tem Honoris Causa que no entende

    O novo Cdigo Tributrio um grande avano para o nosso municpio e s no en-tendeu a Lei n 874/10, quem pensa como um Burro Honoris Causa. Pgina 3

    CARNAVAL DE ITAOCARA VAI BOMBARO MELHOR DA REGIO!!

    CARNAVAL AQUI... Pginas 12 e 13

  • 28 de fevereiro de 2011NOROESTENOTCIAS - Um novo jeito de fazer jornal 28 de fevereiro de 2011 NOROESTENOTCIAS - Um novo jeito de fazer jornal

    E x p e d i e n t eJornal Noroeste Notcias

    Revista e Editora LtdaCNPJ-MF 39.416.235/0001-02Redao: Rua Gilceria Jorge de Oliveira, 390 - CEP.: 28.570-000 - Itaocara - RJ

    Diretor: Jonathan Sabino de FariaProgramador Visual: Fabiane da Cunha - Cel.: (24) 8811-3906 - E-mail: [email protected]

    Representante: ESSI PUBLICIDADESImpresso: Grfica Hoffmann - Tel.: (22) 3824-2499 - Itaperuna - RJ

    As matrias assinadas so de inteira responsabilidade de seus autores e no corresponde, obrigatoriamente, a opinio do JornalN

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    OT

    CIA

    S17

    Ano

    sPgina 02 Pgina 19

    EditorialItaocara no rumo certo

    No vai muito longe o tempo em que Itaocara vivia mergulhado no ostracismo, sem nenhuma perspectiva de progresso real e de proporcionar melhor, padro de vida aos seus muncipes. No havia nenhum planeja-mento, nenhuma ousadia bem como a austeridade com o gasto do dinheiro pblico no era levada a srio. O mximo que fazia, com as devidas excees, era a precria limpeza pblica e umas poucas e inexpres-sivas obras, a no ser o Projeto Tatu e a construo dos quiosques, no governo Jos Romar, sem falar em obras outras que antecederam aos anos 70. O salrio dos servidores sempre foi preterido a favor dos forne-cedores, acontecendo atrasos bem significativos, sem falar no 13 que sempre ficava para o ano seguinte. Essa guerra travada entre servidor x fornecedor, para ver quem recebia primeiro, mensalmente, sempre foi perdida pelo primeiro. Mas isso, graas a Deus, j acabou depois de 2002.

    Propiciar melhor condio de vida a populao campesina, para evitar o seu xodo para as periferias da cidade, nunca foi preocupao de alguns governos pas-sados, excetuando-se o do Dr. Carlinhos (1973/1976) que desenvolveu os projetos SALTO, relativo Educao e o saneamento bsico rural. A sade, sem-pre precria, tambm no teve a dimenso que a ela se deveria dar, sem falar construo poos artesianos em comunidades onde a gua sempre foi problema grave...

    Foi preciso um governo que adotasse o slogan de Um Novo Tempo, para se entrar verdadeiramente em um novo tempo, e isso veio com a construo de casas populares, desapropriao do Hospital de Itao-cara, patrolamento e conservao de estradas rurais em poca certa, poltica social abrangente, construo de modernas quadras esportivas polivalente, saneamento bsico, incluindo Estrada Nova e cobertura do valo de Caxias, alargamento da Ponte Ari Parreira, reforma do BNH, asfalto de Laranjais a Euclidelndia, asfalto a Rua So Jos, construo da Usina de Lixo, coloca-o de gua na zona rural, transporte escolar gratuito, implantao de faculdades no C.M. Prof. Nildo Nara, a diversificao do lazer atravs do Fogueiro e dos carnavais de rua que ressurgem, a construo da ponte laranjais, asfaltamento de ruas na cidade e nas sedes distritais, a farta distribuio de remdios, bem como a colocao permanente de ambulncias para atendimen-to as muncipes, o pagamento em dia dos servidores, o 13 na data do aniversrio e, agora, a construo de um grande palco de eventos no lugar onde estava velha e j imprestvel piscina pblica do Parque Faria Souto, que j teve seus longos dias de glria, onde se dar, inclusive, nova destinao ao Recanto da Sau-dade, que ainda vai ser melhor adequada. A continuar assim, como agora faz o governo Alcione, procurando o progresso como forma de abrir o mercado de trabalho, oferecer sade pblica de qualidade, ensino pblico de excelncia, o melhor lazer da regio, a criatividade e ousadia em busca de investimentos para o municpio, Itaocara se firmar dentre os que oferecem a melhor condio de vida na regio Noroeste Fluminense. Go-vernar levantando prioridades, buscando uma poltica de resultados com equilbrio das contas pblicas. Esta receita que garante o sucesso do atual governo de Itaocara. Da o ttulo deste Editorial...

    OPINIO II

    OPINIO III

    OPINIO I

    Os caminhos do lixo nosso de cada dia...

    Emprstimos consignados: a polmica...

    O IBAMA & as construes margem do Rio Paraba

    Este um artigo com a chancela de Chico Marra

    Com o ttulo O lixo nosso de cada dia a prestigiosa revista Crea- RJ, edio n. 33, abordou com amplitude o crucial problema que domina todas as cidades brasileiras, das grandes s menores. No Noroeste Fluminense, em particular em Itaocara, o lixo parece que vai ter soluo definitiva, com a assinatura do Consrcio do Lixo e a coleta seletiva do mesmo, que o prefeito Alcione Arajo est implementando. Tambm o tratamento de esgotos de toda a cidade ser tratado e a Estao de Tratamento ficar perto da mangueira do despacho, no Campo de Semente. Assim, o lixo nosso de cada dia vai ter um destino ecolgico e os catadores deles tero suas vidas facilitadas e mais dignas. Agora. Ao contrrio do passado de entra ano, sai ano, e os mesmos velhos e inadequados caminhes, com

    funcionrios totalmente desprotegidos, agora j com vesturios adequados e ganhando insalubridade.

    A incompetncia que os governos itaocarenses vinham demonstrando antes do advento dos Novos Tem-pos de Manoel Faria e Alcione, j faz parte de um passado, um passado que o povo quer esquecer, mas que alguns querem restabelecer. Era assim: L vai a fumaa negra serpenteando em aspirais pelo espao, sujando tudo, at tapando o sol, e deixando um cheiro ftido pela cidade de Itaocara, princi-palmente nos bairros Cidade Nova e Seca, alm do Juarez Antunes. Ah! L vem pousando mosquitos e urubus no banquete que a irresponsabilidade governamental propicia. Mas isso o resultado final e a causa inicial a incompetncia, a omisso e o deslei-xo dos homens da prefeitura no trato com a questo ambiental. Mas isso passadp. Agora tudo est mudando.

    Mas se algum pensa que o pro-blema do lixo est apenas restrito ao permetro urbano de uma cidade ou vila, est redondamente enganado. Na zona rural, principalmente nas culturas de hortifrutigranjeiros, na oleicultura, produz-se lixo de alto po-der destrutivo por envenenamento da terra e dos cursos dgua: So os agro-txicos e seus prprios invlucros, geralmente de plstico com altssimo ndice de vida til, e que so vendidos indiscriminadamente e usados sem nenhum conhecimento tcnico e/ou cautela. Esses defensivos infiltram na terra ou so carregados pelas guas das chuvas para dentro dos cursos dgua, envenenando esses manan-ciais. Tempos atrs no era preciso receita fornecida por profissional especializado para se comprar qual-quer um dos diversos defensivos. Hoje se exige. Agora o Lixo Nosso de cada dia vai tomar o rumo certo...

    Este um artigo com a chancela de Chico Marra

    Todo mundo viu que no ano de 2008 aconteceu uma onda de contratos de exclusividade entre prefeituras e diversos bancos, para que estes ltimos gerenciem suas respectivas folhas de pagamentos, receitas oramentrias e extra-ora-mentrias. Nesse universo, porm, entrou tambm o j conhecido em-prstimo consignado, isto , aquele sem burocracias, sem SERASA ou SPC, descontado em folha de pa-gamento, fato que impede, in casu, a inadimplncia do servidor. Mas, questiona-se: legal a clusula contratual ou disposio editalcia que impe essa exclusividade? A discusso est aberta e a polmica lanada...

    Mestres em direito afirmam que o Edital a me das leis e que basta nele constar previso de exclusivi-

    dade para ser legal. O Contrato, bem, dizem tais doutores que nem preciso haver nele clusula a respeito. Ouso discordar e alinho-me dentre queles outros mestres, que so maioria, de que tal clusula editalcia e/ou contratual leonina e de ser tida como no escrita, pelo simples fato do Emprs-timo Consignado no ser Receita da Prefeitura, funcionando esta apenas e to somente como repassadora do valor mensal da prestao ao respecti-vo banco. Nada alm. Alis, tal exclu-sividade fere o direito do consumidor, eis que ele fica impedido de procurar juros menores e parcelas mais elstica para o seu consignado, eu disse O SEU CONSIGNADO... que, observe-se, NO da Prefeitura. O bom-senso, a razo, o direito e a Lei nos dizem ser imprprio tal procedimento. Impr-prio, no: Ilegal e abusivo, penso... E o Cdigo de Defesa do Consumidor assim tambm dispe...

    Colocar essa peia nos ps do

    servidor para impedi-lo de andar e procurar o que lhe seja mais conve-niente mesmo coisa de assustar o mundo jurdico, mais do que a cuca do stio do pica-pau amarelo assustava as crianas, e de repugnar o estmago de quem passa fome de tudo, at de direitos pessoais e intransferveis. Certamente que tal clusula leonina, contratada ao arrepio do aval e do direito do mais interessado, no caso o servidor, pode ser anulada. Pode e deve para restaurar o seu direito lqui-do e certo. As Procuradorias Munici-pais tm poderes para isso, sem falar que qualquer interessado pode pleitear em juzo, por si, tal anulao. Isto sem falar no sindicato da categoria que tem amplos poderes para representar seus associados. Concluindo: a exclusi-vidade apenas se opera a favor do banco contratado em relao a receitas e despesas das Prefeituras. Pois ,